Médicos e profissionais de saúde da ONG Zoé atendem comunidades do rio Arapiuns, no Pará, e aldeias indígenas, em São Paulo
Em sua 37ª expedição de saúde no Pará, a Zoé prevê realizar 1.250 atendimentos nas especialidades de cardiologia, ginecologia, odontologia, pediatria e radiologia em 35 comunidades do rio Arapiuns. Paralelamente, de 15 a 17 de agosto, realiza sua primeira ação em São Paulo. Em parceria com a Bandeira Científica-FMUSP e DSEI-LSUL, a Zoé leva atendimentos de saúde às aldeias indígenas do Polo Base Iguape
De 15 a 22 de agosto, um time de 15 voluntários – médicos, profissionais de saúde, acadêmicos de medicina, equipe de logística e comunicação – da ONG Zoé presta atendimento a 35 comunidades ribeirinhas e indígenas da região do rio Arapiuns, afluente à margem esquerda do Tapajós, no Pará. Estão previstos 1.250 atendimentos nas especialidades de cardiologia, ginecologia e obstetrícia, odontologia, pediatria e radiologia. Será a 37ª expedição da ONG paulistana que atua levando saúde especializada para as regiões do rio Tapajós e Baixo Amazonas.
A expedição embarcada conta com as Unidades Básicas de Saúde Fluviais Abaré 2 e Ailton Barros, fornecidas por meio da parceria com a Prefeitura de Santarém. O Abaré 2 será destinado ao atendimento dos pacientes e o Ailton Barros, ao transporte e acomodação da equipe.
A primeira região atendida, em 16 de agosto, será Cachoeira de Aruã, cerca de 12 horas de viagem de barco a partir de Santarém. Nos dias subsequentes até 21 de agosto, a expedição prossegue com deslocamentos para as comunidades de Mentaí, Pascoal, Curi e São Pedro. Nesses quatro pontos, o Abaré 2 permanece atracado para atendimento local e de outras comunidades próximas.
Além disso, os profissionais de saúde se deslocam de lancha para atender a comunidades ainda mais remotas: Cachoeira do Mará, São José III, Vila Nova, Novo Lugar, Porto Alegre, Camará, Curi, Nova Vista, Bom Futuro, Santo Antônio, São José e Cutilé. Em 22 de agosto, os expedicionários dão início à viagem de retorno de barco até Santarém, onde pegam o voo para a capital paulistana.
Primeira expedição da Zoé em São Paulo
Em parceria com a Bandeira Científica – FMUSP e a DSEI-LSUL (Distrito Sanitário Especial Indígena – Litoral Sul), a ONG Zoé realiza de 15 a 17 de agosto, sua 36ª expedição, a primeira em São Paulo, com objetivo de levar atendimento de saúde às comunidades indígenas do Polo Iguape.
A equipe de 10 voluntários é composta por médicos da família, ginecologista e pediatra, acadêmicos de medicina, profissionais de comunicação e logística. Serão atendidas as seguintes comunidades: Guaviraty, Ka’guay Hovy, Jejety, Itapuã, Takuaty, Ywyty Mirim e Yaka Mirim.
Sobre a Zoé
A Zoé foi fundada em São Paulo (SP), no final de 2019 com o propósito de levar assistência médica especializada as comunidades ribeirinhas dos rios Tapajós e Baixo Amazonas e ao povo indígena Zoé. O grupo de fundadores é formado predominantemente por médicos com histórico pessoal de atendimento a populações da Amazônia.
Desde sua criação até fevereiro de 2025 foram 35 expedições no Pará para atendimento a populações ribeirinhas dos rios Tapajós e seus afluentes e do Baixo Amazonas, nas regiões de Belterra, Aveiro, Santarém e Óbidos. Nesse período, foram 15.436 atendimentos, realizados por 359 voluntários.
Como ajudar
As doações para ONG Zoé podem ser feitas com segurança por meio do site: www.ongzoe.org/doe
Você também pode nos seguir no Instagram e ajudar a divulgar nosso trabalho: https://www.instagram.com/ongzoe.oficial/
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Informações à Imprensa:
SENSU Consultoria de Comunicação
Lídia de Santana
(55) 11 99102-5488
[email protected]
Fonte: Ascom/ONG ZOÉ por Lídia de Santana






