A companhia realiza ações estruturantes visando preservar o meio ambiente para ampliar o alcance das boas práticas e mensagens para engajar cada vez mais seus stakeholders na agenda ESG. Entre as ambições, está se tornar uma empresa net zero até 2035, cinco anos antes do previsto.
Presente na região Norte desde 2003, atualmente, a Vivo está em 323 municípios, ultrapassando 7,154 milhões de acessos nos serviços fixo e móvel nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
No Pará, a Vivo é líder de mercado na telefonia móvel – com 43,3% de market share e 3,3 mi de acessos – e está em 123 municípios, sendo em 20 deles com a rede 5G em localidades estratégicas, incluindo a recente ativação na Ilha do Combu, em frente à orla de Belém e que passa a ter uma torre e geração própria com redes 4G e 5G. Já na operação fixa, conta com os serviços de TV por assinatura, telefonia e internet com ultravelocidade de até 1Gb via Vivo Fibra em Altamira, Belém, Canaã dos Carajás, Capanema, Castanhal, Paragominas, Parauapebas, Redenção e Tucuruí, ultrapassando 375 mil domicílios e empresas com fibra passada na porta.
Adicional à infraestrutura montada para a Conferência para garantir maior conectividade e a melhor experiência aos participantes deste evento global tanto nos espaços oficiais, como em áreas turísticas, portos, aeroporto e parques, a Vivo ampliou sua cobertura com novos sites 5G em toda a Região Metropolitana de Belém, beneficiando 8 municípios, que ficará como legado para a população local, sob os aspectos de inclusão digital, negócios, sustentabilidade e inovação.

Pela primeira vez na história das Conferências Climáticas da ONU, a ciência planetária estará no centro das negociações, com o Pavilhão da Ciência Planetária. E a Vivo, empresa líder em sustentabilidade, que acredita e investe em soluções baseadas na natureza, está entre as apoiadoras da iniciativa.
“A Vivo acredita na ciência, no poder das conexões e da ação coletiva para a construção de um futuro sustentável. Por isso, nessa COP30, estaremos junto aos mais renomados cientistas climáticos, contribuindo para fortalecer as discussões que trarão propostas concretas para o desenvolvimento sustentável, com soluções que priorizam as pessoas e a natureza”, destaca a vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Vivo, Marina Daineze.
O Pavilhão de Ciência Planetária acontece na Zona Azul da COP30 e será co-presidido por Johan Rockström, diretor do Instituto Potsdam para Pesquisa de Impacto Climático, e Carlos Nobre, Guardião Planetário e co-presidente do Painel Científico para a Amazônia, e sediará painéis de especialistas, mesas redondas e lançamentos de políticas. A participação da Vivo – que integra a programação com o painel “Soluções Baseadas na Natureza”, com mediação da sua vice-presidente de Comunicação e Sustentabilidade, Marina Daineze e participação do CEO da re.green, Thiago Picolo, no dia 12 de novembro (às 18h15) – soma-se ao apoio de organizações e institutos de todo o mundo e marca a força da atuação global e em rede pelo clima.
Vivo na COP30
A Vivo também estará presente no Pavilhão Brasil. A empresa foi uma as 12 selecionadas na chamada coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima – dentre 1.270 propostas apresentadas – e, no dia 13/11, às 15h, irá liderar o painel “Telecomunicações como Pilar de Resiliência: O Impacto das Redes de Comunicação na Gestão de Emergências Climáticas”. O painel acontece na Zona Verde e contará com a diretora de Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas, ao lado do cientista e copresidente do Painel Científico da Amazônia, Carlos Nobre, da secretária do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul, Marjorie Kauffmann, do diretor-presidente da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) Thomaz Toledo, do diretor substituto Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres (CEMADEN), Pedro Ivo Camarinha, e da diretora de Finanças Sustentáveis da Telefónica, Laura Fernández Cavas. A moderação é de Melina Amoni, gerente de Risco Climático e Adaptação, da WayCarbon.
A convite da CPFL Energia, a Vivo estará ainda no espaço da CNI, no painel “Estratégias de descarbonização: da operação à cadeia de valor” (13/11, às 16h), na Zona Azul, em debate sobre como organizações estão estruturando suas estratégias de redução de emissões, considerando desde a eficiência energética e a adoção de fontes renováveis até a gestão de escopos 1, 2 e 3. Além da Vivo, participam do painel representantes da CPFL Energia e da Schneider Electric no Brasil. A moderação é de Roberta Cox, diretora COP30 para Global Renewables Alliance (GRA) e Diretora de Políticas Brasil para Global Wind Energy Council (GWEC). Também na Zona Azul, integra o painel da Nokia no Pavilhão da Finlândia sobre “Resiliência Digital como motor de inovação e desenvolvimento econômico” (dia 11/11, às 13h). A presença da empresa na COP30 endossa e fortalece sua jornada para conectar pessoas e natureza e seu compromisso com a biodiversidade na floresta amazônica, considerada pilar fundamental para o equilíbrio do clima no planeta.
“A natureza está chamando”
Na reta final da trajetória de um ano chave para a sustentabilidade na Vivo, a empresa lançou, rumo à COP30, sua nova campanha: “A natureza está chamando”. Parte da plataforma Futuro Vivo, a campanha ecoa o chamado da natureza frente às emergências climáticas, enquanto reforça seu compromisso com a sustentabilidade, em especial com o projeto de restauração e proteção da Amazônia, bioma vital para a manutenção da vida no planeta. Com criação da Africa Creative, a ação está sendo veiculada em TV aberta, Pay TV e canais digitais, incluindo as redes sociais da Vivo, ampliando o alcance da mensagem e convidando todos a atenderem ao chamado da natureza. Ao longo do ano, a marca promoveu diversas iniciativas e campanhas da plataforma, entre elas um evento proprietário, o Encontro Futuro Vivo, onde reuniu vozes reconhecidas do Brasil e do mundo para debater sobre ciência climática, Amazônia, ancestralidade, saúde mental, tecnologia, circularidade, relações humanas e neurociência.
Por um futuro mais sustentável
A participação da Vivo na COP30 reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável, construído ao longo dos anos, com metas ambiciosas e ações concretas. Desde o Acordo de Paris, em 2015, a Vivo já reduziu em 90% suas emissões próprias de gases de efeito estufa, utilizando energia elétrica 100% renovável e com maior eficiência operacional. As emissões que ainda não pode evitar são compensadas com o investimento em projetos de proteção e regeneração da Floresta Amazônica. Seu maior objetivo é alcançar o net zero até 2035, cinco anos antes do previsto. Para isso, trabalha ativamente com seus fornecedores mais intensivos em carbono e já possui 87% deles engajados em ações pelo clima.
Também lidera um importante movimento pela economia circular, com o programa Vivo Recicle, que já coletou mais de 187 toneladas de resíduos eletrônicos desde 2006. Neste ano, firmou compromisso inédito e de longo prazo com a natureza: a Floresta Futuro Vivo, que contempla a regeneração e proteção de cerca de 800 hectares na Amazônia, até 2055, com o plantio e conservação de cerca de 900 mil árvores de 30 espécies nativas, em uma das regiões mais desmatadas do bioma. A iniciativa, em parceria com a re.green, especialista na restauração ecológica em escala, prevê a reconexão de fragmentos florestais, a restauração das funções ecológicas e benefícios para espécies ameaçadas, como o cebus kaapori – um primata endêmico da Amazônia brasileira.
Fonte: Comunicação Corporativa Vivo
Por: Renata Biondi