Povos tradicionais debatem contribuições para ação climática global, no Pavilhão Brasil da COP30
Em celebração aos seus 40 anos, o Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) promoverá o painel “A resposta somos nós: contribuições dos territórios dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais extrativistas à ação climática global”. O momento de discussão ocorrerá nesta segunda-feira, 17 de novembro, a partir das 11h15, no Pavilhão Brasil na Zona Azul (Blue Zone), durante a COP30, em Belém (PA).
No espaço destinado às negociações climáticas, o CNS reunirá lideranças e representantes de diferentes povos tradicionais, territórios e organizações socioambientais para discutir como os modos de vida e os saberes ancestrais podem contribuir para a formulação de políticas públicas de enfrentamento à crise climática.
Os participantes confirmados são: Joaquim Correa de Souza Belo, secretário de Formação e Comunicação do CNS; Ronaldo Amanayé, coordenador executivo da Federação dos Povos Indígenas do Pará (FEPIPA); e Aurélio dos Santos Borges, representante da Coordenação das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará (Malungu).
Também participarão Edel Nazaré Santiago de Moraes, secretária Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), e José Otavio Passos, diretor da The Nature Conservancy Brasil (TNC). A moderação ficará a cargo de Letícia Santiago de Moraes, vice-presidente do CNS.
O painel “A resposta somos nós” é uma realização do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), em parceria com a The Nature Conservancy Brasil (TNC).
SERVIÇO
O quê: Povos tradicionais debatem contribuições para ação climática global, no Pavilhão Brasil da COP30;
Quando: Nesta segunda-feira, 17 de novembro;
Horário: A partir das 11h15;
Onde: Pavilhão Brasil na Zona Azul (Blue Zone), durante a COP30, em Belém (PA).
Fonte: UP Comunicação






