Saúde

ONG Zoé celebra crescimento de sua atuação na Amazônia em 2025 e realização de mais duas expedições de saúde em dezembro

Só neste ano, foram 7.861 atendimentos no Pará, estado que faz parte da Amazônia Legal, quase o dobro de 2024. A doação de recursos cresceu 91,6% em 2025 comparado ao mesmo período do ano anterior. A ONG Zoé também fechou parcerias com a USP, Faculdade de Medicina Sírio-Libanês e a Universidade de Nova York. Na primeira semana de dezembro deste ano, realiza mais duas expedições no Pará, na comunidade indígena Z’oe e no Hospital Municipal de Belterra.

A ONG paulistana Zoé termina o ano de 2025, celebrando o crescimento exponencial da instituição, que leva saúde especializada para regiões do estado do Pará – as comunidades ribeirinhas e indígenas de Belterra, Aveiro, Oeste de Santarém e Óbidos.

Também atende a comunidade indígena Zo’e , que vive no norte do Pará, em uma área de densa floresta, na região entre os rios Cuminapanema e Erepecuru. São povos de contato recente e inspiraram o nome da ONG. De janeiro a novembro de 2025, foram 7.861 atendimentos.

Nas duas expedições que ainda serão realizadas neste ano em Belterra e na comunidade dos Zo’e – de 28 de novembro a 6 de dezembro, uma no Hospital Municipal de Belterra e outra na comunidade indígena Zo’e – a previsão é de cerca de 1.500 atendimentos.

Com isso, a ONG Zoé praticamente dobra o número de atendimentos em 2025 comparado a 2024.

Ao longo deste ano, entre os procedimentos e consultas proporcionados pela ONG Zoé às comunidades estão: cirurgias de hérnia, vesícula e ginecológicas; exames de imagem, como colonoscopias, ultrassons, endoscopias digestiva alta e raios-x. Esse total também inclui consultas de diversas especialidades, como: clínico geral, dermatologia, fisioterapia, fonoaudiologia, geriatria, ginecologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, pediatria, pneumologista, psicologia e psiquiatria. Desse grupo de especialidades, afisiatria, a oftalmologia e a otorrinolaringologia foram implementadas em 2025.

Outra novidade foi a doação de óculos.
“O crescimento de nossa ONG foi impulsionado, principalmente, pelo engajamento de voluntários e doadores”, afirma o presidente da Zoé, o médico cirurgião Marcelo Averbach. A captação de recursos em 2025 foi 91,6% maior que a de 2024. A instituição conta com 400 voluntários ativos, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, profissionais de comunicação, marketing e logística.

Ensino e pesquisa
Além da assistência à saúde, a Zoé atua em ensino e pesquisa. Nessa área os destaques foram as parcerias fechadas com a Bandeira Paulista e a Liga Cirúrgica da Universidade de São Paulo (USP), a Faculdade de Medicina Sírio-Libanês e a Faculdade Nova York. “Graduandos e residentes dessas instituições participam de nossas expedições. Eles têm contato com uma realidade muito diferente da que estão acostumados e, ainda, aprendem com médicos mais experientes. A possibilidade dessa vivência singular contribui muito para a formação desses estudantes de medicina”, afirma o presidente da Zoé.

Reconhecimento
Também importante neste ano foi o reconhecimento do trabalho da Zoé com a conquista do Prêmio Veja Saúde-Oncoclínicas e a participação da ONG no programa The Wall, do Domingão com Huck (TV Globo).

“Conquistas como essas são importantes porque ratificam a seriedade de nosso trabalho e contribuem para engajar mais pessoas – sejam como doadores de recursos ou voluntários”, avalia Averbach.

EM DEZEMBRO, EXPEDIÇÕES NA COMUNIDADE ZOÉ E NO HOSPITAL DE BELTERRA Duas expedições com inicio simultâneo acontecem a partir de 28 de dezembro, com cerca de 40 profissionais de saúde da ONG Zoé. Eles chegam no aeroporto de Santarém e quatro deles – dois cirurgiões e um anestesista, acompanhados por um médico da Fundação Dieter Morszeck – embarcam em uma aeronave de pequeno porte rumo à comunidade dos indígenas Zo’e.

Depois de cerca de uma hora e meia de voo, chegam à comunidade, onde permanecem três dias. Nesse período, serão realizadas quatro cirurgias laparoscópicas de vesícula.

Para atendimento aos Zo’e, além da Fundação Dieter Morszeck, a ONG Zoé mantém parceria com a Secretaria de Saúde Indígena (SESAI). “Retirar os indígenas de sua comunidade para um hospital em Santarém seria um choque cultural muito grande, além da exposição a doenças para as quais seu organismo não tem defesa. Por essa, razão, a melhor solução é levar todo o material necessário, inclusive, um carrinho de anestesia, para fazer as cirurgias na comunidade,” explica Averbach. Só neste ano, foram três expedições da Zoé a essa comunidade.

O restante da equipe vai para o Hospital Municipal de Belterra, para uma expedição cirúrgica vesícula, hérnia, ginecológica e oftalmológica, além de exames de imagem e atendimento de várias especialidades. Essa equipe retorna a São Paulo (SP) nos dias 6 e 7 de dezembro. Estão previstos 1.500 atendimentos.

Sobre a Zoé
A Zoé foi fundada em São Paulo (SP), no final de 2019 com o propósito de levar assistência médica especializada às comunidades ribeirinhas de Belterra, Aveiro e Oeste de Santarém, no Pará. Posteriormente, adicionou Óbidos, no norte do Pará, a sua área de atuação. O grupo de fundadores é formado predominantemente por médicos com histórico pessoal de atendimento a populações da Amazônia.

Desde sua criação até novembro de 2025 foram 40 expedições no Pará em sua região de atuação. Com as expedições de dezembro serão 42. Até novembro foram, foram 20.713 atendimentos, realizados por 371 voluntários.

Como ajudar
As doações para ONG Zoé podem ser feitas com segurança por meio do site:
www.ongzoe.org/doe
Você também pode nos seguir no Instagram e ajudar a divulgar nosso trabalho:
https://www.instagram.com/ongzoe.oficial/

Fonte: Ascom por Lídia de Santana

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Guarany Jr - Prof. de Graduação e Pós de Marketing, Jornalismo e Propaganda, Jornalista, Comentarista, Consultor, Administrador, Palestrante - Belém - Pará - Brasil.

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