Empreendedora relembra trajetória e fortalecimento do negócio com a Semana do MEI
Sandra Nascimento relembra como a participação na semana do MEI deu a oportunidade de aperfeiçoar o seu negócio
A Semana do Microempreendedor Individual do Sebrae no Pará também abre portas para a superação e a criatividade, como ocorreu no caso da artesã Sandra Nascimento, fundadora da marca Fiorella Joias, de Belém. Após enfrentar um diagnóstico de câncer em estágio avançado, a empreendedora transformou o período de recuperação em uma oportunidade de reinventar a própria vida.
Hoje, aos 62 anos, Sandra produz acessórios artesanais em crochê com fios metalizados, pedras naturais e elementos da identidade amazônica. A marca Fiorella Joias se destaca por unir técnicas tradicionais a materiais inovadores, em um “crochê de luxo”.
Poucos dias depois de concluir o tratamento, a pandemia da Covid-19 mudou novamente seus planos e acabou impulsionando o nascimento da marca. Foi nesse período de isolamento que ela começou a customizar semijoias antigas.
“Eu tinha umas sobras de semijoias e eu comecei a modificar elas inserindo pedras naturais. A partir desse momento eu comecei a mostrar essas peças que eu estava customizando e as pessoas validaram, elas acharam lindas e maravilhosas”, relembra Sandra.
Aperfeiçoamento
Com o crescimento da marca, Sandra passou a buscar oportunidades de aperfeiçoamento no Sebrae. Foi então que conheceu a Semana do MEI, iniciativa que ajudou na regularização e profissionalização do negócio.
“Eu já participo desde 2024, que foi no Centur, depois participei em 2025, no próprio Sebrae. Foi ali participando da Semana do MEI que eu comecei a me engajar nas capacitações e nas formações que o Sebrae oferecia”, afirma Sandra.
Sandra também relembra que conseguiu regularizar o MEI gratuitamente por meio do atendimento do Sebrae, após enfrentar dificuldades anteriores com taxas e encargos. “Quando eu percebi a oportunidade de legalizar pelo Sebrae, eu fui achando que lá eu conseguiria um desconto e para minha surpresa quando eu cheguei eles legalizaram, negociaram e eu saí de lá sem ter pagado um real, custo zero”, afirma Sandra.
Além da formalização, a empreendedora destaca o impacto das capacitações na forma de administrar o negócio e compreender o público consumidor. “Através das capacitações e das formações que eles promovem para nós, a gente passa a ter um outro olhar sobre o nosso negócio. A gente deixa de ser um simples vendedor e passa, realmente, a ser um empreendedor”.
Atualmente, a Fiorella Joias aposta na inovação do crochê em fios metalizados aliado às pedras naturais e ao conceito de luxo artesanal, consolidando a marca como um exemplo de criatividade e reinvenção seguindo reconhecida no empreendedorismo paraense.
Fonte: Agência Sebrae de Notícia
Por da Redação






