Tarifa social: Equatorial Pará orienta clientes no Marajó a buscarem o benefício
Em todo o Pará, mais de 700 mil famílias estão aptas a contar com 100% desconto na tarifa de energia, nos primeiros 80kv/h consumidos, mas ainda não se cadastraram
Com a atenção voltada às famílias de baixa renda que residem em Breves, Melgaço e Portel, no Arquipélago do Marajó, a Equatorial Pará busca ampliar o alcance do programa da Tarifas Social de Energia Elétrica, e beneficiar mais 18 mil famílias aptas a receber o desconto de 100% na conta de energia nos primeiros 80kv/h consumidos.
Um levantamento feito pela distribuidora revela que nos três municípios, o número de famílias que poderiam se beneficiar continua alto, sem que elas busquem o desconto através da Tarifa Social. Breves aparece em primeiro na lista com 10.092 famílias aptas a receber o benefício. Em seguida aparece Portel com 6.047 e Melgaço com 2.533 famílias aptas.
A Tarifa Social concede gratuidade para o consumo dos primeiros 80 kWh por mês, permanecendo apenas a cobrança de impostos e outros encargos previstos na legislação, quando aplicáveis. O benefício é concedido automaticamente para quem atende aos critérios estabelecidos pelo programa.
Para garantirem o desconto, essas famílias precisam procurar a agência da Equatorial mais próxima e fazer o cadastro. É importante manter os dados atualizados e em caso de mudança de endereço ou alteração do núcleo familiar, é indispensável buscar o CRAS e informar a necessidade de atualização.
“A Tarifa Social é um direito dessas pessoas, mas o cadastro precisa ser feito pessoalmente, com a apresentação dos documentos, por isso é importante que os clientes aptos busquem a Equatorial, participem das nossas ações e se cadastrem”, reforça Jorivaldo Taveira Jr. gerente de Relacionamento com Cliente.
Quem tem direito a Tarifa Social
A Tarifa Social contempla quatro perfis de consumidores. Famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo. Também têm direito os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), incluindo idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência que recebem o benefício.
O programa contempla ainda famílias indígenas e quilombolas inscritas no CadÚnico e enquadradas nos critérios estabelecidos, além de famílias que tenham entre seus integrantes uma pessoa que depende de equipamento elétrico para tratamento de saúde, desde que atendam aos critérios de renda e apresentem documentação médica que comprove a necessidade de uso contínuo do equipamento.
Para garantir o acesso ao benefício, é fundamental manter os dados do CadÚnico atualizados e as informações do titular da conta de energia compatíveis com o cadastro.
Fonte: Imprensa Equatorial






