Festival Interativo de Música e Arquitetura retorna à Belém, desta vez para homenagear o Theatro da Paz, nesta quinta-feira, dia 16/11
O FIMA, em sua edição anterior, homenageou o Palácio Lauro Sodré, e agora saúda outra joia arquitetônica da cidade, o Theatro da Paz
Depois saudar o Palácio Lauro Sodré na temporada anterior, terceira edição do FIMA retorna à capital paraense promovendo concerto gratuito com a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob regência de Miguel Campos Neto e participação das vozes liricas de __Thaina Souza (soprano), Carolina Faria (mezzosoprano), Marcio Carvalho (tenor) e do violinista Justo Gutierrez, além do historiador Aldrin Moura de Figueiredo. Festival nacional acontece até março de 2024, reverenciando importantes teatros históricos do Brasil.

Foto: Divulgação
Depois de homenagear diferentes monumentos arquitetônicos no estado do Rio de Janeiro (1ª edição) e contemplar importantes palácios e museus Brasil afora (2ª edição), o FIMA – Festival Interativo de Música e Arquitetura, em sua terceira edição, se dedica a homenagear os teatros históricos do Brasil, promovendo uma ande do Norte, e Pernambuco, oferecendo concertos presenciais e virtuais, podcast, websérie, conteúdos interativos, aulas magnas e ações educativas para escolas. Com patrocínio do Instituto Cultural Vale por meio da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, todas as apresentações do FIMA têm entrada gratuita.
A Abertura Orquestral de “O Guarani” é particularmente notável e frequentemente executada como uma peça independente em concertos. Esta abertura é uma síntese magistral do drama e da paixão da ópera, introduzindo temas que serão desenvolvidos ao longo da obra.
Ela começa com uma fanfarra poderosa e triunfante, seguida por seções mais líricas e melódicas que evocam a paisagem brasileira e a trama romântica da história. A habilidade de Carlos Gomes em mesclar influências europeias com ritmos e melodias brasileiras é evidente nesta abertura, tornando-a uma peça representativa tanto de sua habilidade composicional, quanto de sua identidade brasileira.
Serviço:
Dia 16 de novembro de 2023, quinta-feira
Local: Theatro da Paz – Belém do Pará
Horário: 20h
Entrada franca com distribuição de senhas no site
www.ticketfacil.com.br [3] e uma hora antes do evento. Limitado a dois
ingressos por pessoa.
Avenida da Paz, Praça da República, S/N – Campina, Belém – PA
Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz
Miguel Campos Neto, Maestro,
Aldrin Figueiredo, Palestrante,
Thaina Souza, Soprano,
Carolina Faria, Mezzosoprano,
Marcio Carvalho, Tenor,
Justo Gutierrez, Violino.
Programa
HEITOR VILLA-LOBOS (1887-1959)
Epílogo – Floresta do Amazonas
Duração: 3 min
GIUSEPPE VERDI (1813-1901)
Ernani – “Surta è la notte… Ernani Involami”
Duração: 6’21
Thaina Souza, Soprano
CARLOS GOMES (1836-1896)
Abertura Salvator Rosa (1882)
Duração: 8 min
Il Guarany – “Sento una forza indomita”
Duração: 8 min
Thaina Souza, Soprano • Marcio Carvalho, tenor
Maria Tudor – “Ogni rumor di passi”
Duração: 5 min
Carolina Faria, Mezzo-soprano
JOSÉ CÂNDIDO DA GAMA MALCHER (1853-1921)
Abertura da Yara
Duração: 12 min
HENRIQUE GURJÃO (1834-1885)
Uma lembrança
Duração: 2 min
Carolina Faria, Mezzo-soprano
OCTÁVIO MENELEU CAMPOS (1872-1927)
Fantasia para violino e orquestra
Duração: 10 min
INTERVALO
PAULINO CHAVES (1883-1948)
Prelúdio e Fuga em Dó maior
Duração: 5 min
WALDEMAR HENRIQUE, (1905-1995)
Canções Amazônicas
Uirapuru e Tamba Tajá – Carolina Faria, Mezzo Soprano
Foi boto, sinhá – Thaina Souza
Duração: 7min
ALTINO PIMENTA (1921-2003)
Estrela
Duração: 2min
Thaina Souza
WILSON FONSECA (1912-2002)
Canção de Minha Saudade
Duração: 4’30
Marcio Carvalho, tenor
JAIME OVALLE (1894-1955)
Azulão
Duração: 3 min
Marcio Carvalho, tenor
CARLOS GOMES (1836-1896)
Abertura Guarani
Duração: 9 min
Fonte: Cezanne Comunicação – Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte






