O crescimento da apicultura no Pará. Evento será encerrado neste domingo, 22 de maio em Primavera. Sebrae também marca presença
Para estimular o crescimento do segmento e assegurar a qualidade cada vez maior desta cadeia produtiva, a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) coloca em prática uma série de ações voltadas para a produção do mel. O apoio para eventos que reúne produtores e apreciadores da apicultura também é uma das iniciativas da Sedap para o desenvolvimento do segmento.
Além da secretaria, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) participam desde a última sexta-feira (20) até o próximo domingo (22) – data em que será comemorado o Dia do Apicultor – da 18ª edição do Apipará, que este ano está sendo realizada no município de Primavera, no nordeste do Pará.
A Sedap marca presença na programação por meio da participação de servidores lotados nas Diretorias de Agropecuária (Didag) e da Agricultura Familiar (Dafa). O titular da secretaria, João Leão, esteve presente na abertura da programação.
Segundo informou a diretora de agropecuária da Sedap, Heloísa Figueiredo, a Secretaria participa articulando com as representações (cooperativas, associações, grupos e ONGs) que desenvolvem as atividades de criação de abelhas (apis e meliponias) para formulação de um diagnóstico do setor.
“A Sedap, através da Didag e da Dafa, está promovendo articulação com as instituições que participam do evento, públicas e privadas, ligadas à atividade, para alinhamentos das diretrizes e para formulação das políticas públicas para alavancar a atividade no estado”, informou Heloísa Figueiredo.
De acordo com a médica veterinária Márcia Penna, da Gerência Estadual do Programa Nacional de Saúde das Abelhas, atualmente existem 91 apicultores cadastrados na Adepará e a estimativa é que muito mais produtores sejam cadastrados.
“A partir dos cadastros nós vamos poder ir nas propriedades, que podem estar localizadas na zona rural ou na área urbana, vamos começar a receber a notificação de doenças e, assim, poder identificar as doenças que são de notificação obrigatória e as que precisam ser controladas”, informa Márcia Penna.
Fontes: Agência Pará e Sebrae no Pará







