COP 27: Governador Helder Barbalho apresenta avanços do Pará na Campanha Race to Zero
No evento, Helder Barbalho reafirmou o compromisso do Estado com a campanha e expôs as ações do governo, destacando a criação da Política Estadual sobre Mudanças Climáticas e do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), como ferramentas que estão levando o Pará em direção à meta do Race to Zero.
“Destaco o pilar inicial, que é o fortalecimento do monitoramento do controle da fiscalização, para que nós possamos reduzir e zerar os registros de desmatamento e, principalmente, combater as ilegalidades ambientais. Fizemos isso através da criação de uma força estadual de combate ao desmatamento, que nos permitiu fazer mais de 300 mil hectares de embargos de áreas ilegais, 29 operações e o embargo de garimpos ilegais. São conquistas que permitiram reduzir a curva crescente de ampliação das áreas desmatadas”, frisou o chefe do Executivo estadual.
Redução no desmatamento – O Pará tem 70% de áreas de jurisdição federal e 30% de áreas de jurisdição estadual. Nestas, onde a fiscalização, o monitoramento e o controle cabem aos órgãos estaduais, houve redução de 11% no desmatamento, segundo o Calendário Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Outros avanços, como a política de regularização fundiária, também ganharam destaque. Nos quatro anos anteriores ao atual governo foram tituladas 1.600 propriedades, enquanto Governo Helder Barbalho está concluindo o 4º ano de gestão com 13.500 títulos definitivos.
“Isso permite regularização, paz no campo, tranquilidade e, acima de tudo, a certeza de que esta ferramenta nos dá o empoderamento para dobrar os deveres do uso adequado à regularidade ambiental. Das 256 mil propriedades rurais do Estado, chegamos a 120 mil cadastros ambientais rurais (CARs) já realizados, o que é uma ferramenta também de profunda relevância”, enfatizou o governador.
Outras estratégias estaduais, como a seleção de territórios sustentáveis, que são as áreas que mais emitem CO² no Estado; o Plano Estadual de Bioeconomia, a ser lançado na COP 27; a criação de unidades de restauração ambiental e o sistema jurisdicional de “REDD+” (Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal), em parceria com a Noruega, que está em fase de efetivação, foram enfatizados como fundamentais para que o mercado de crédito de carbono seja uma realidade no Pará.







