Círio por Todos os Cantos: jornalista Igor Monteiro entrevista a cantora Alba Mariah
Dentre os nomes, Fafá de Belém, Alba Mariah, Júlio César (Nosso Tom) a cantora Sandra Duailibe e o diretor da festa de Nazaré Antônio Souza já foram entrevistados, mas outros artistas estão agendados para estarem gravando nas próximas semanas.
Os conteúdos estão sendo publicados em parceria (collab) com a página do jornalista Matheus Viggo, assim como os perfis do Instagram dos artistas. O material das entrevistas é enviado à imprensa e com a repercussão positiva, portais de notícia do estado também estão fazendo a divulgação em suas plataformas.
Alba afirmou que a edição de 2025 será especial, já que Belém receberá visitantes de todo o mundo por conta da COP30.
Para ela, o festejo terá impacto tanto para quem nunca viu o Círio quanto para os próprios paraenses, reunindo pessoas que virão não só pela fé. A artista relembrou memórias de infância ligadas à festividade, como as idas ao Ver-o-Peso para comprar roupas, o cheiro da maniçoba e a casa cheia de parentes.
Criada em um lar muito católico, Alba ressaltou que o Círio faz parte de uma ancestralidade e encantamento que acompanham os paraenses desde o nascimento.
Cada edição tem atraído mais público, incluindo visitantes de fora, e oferece música e manifestações artísticas nos barcos. Alba destacou a importância de engajar as pessoas para combater a intolerância religiosa.
Alba Mariah falou sobre a emoção de cantar para Nossa Senhora durante o Círio, descrevendo como, apesar de tentar controlar a técnica vocal, é arrebatada pela fé das pessoas e pela energia feminina presente no evento. Ela destacou que a experiência é “inexplicável” e que o sentimento é intenso a ponto de emocionar até mesmo ao falar sobre o momento.
Alba também comentou sobre o cargo de embaixadora do Auto do Círio, explicando que cada ano é escolhida uma artista diferente, geralmente uma mulher, para ampliar a participação de comerciantes, instituições, artistas e da população em geral.






