Gastronomia

COP 30 impulsiona gastronomia paraense e atrai novos investimentos do setor de restaurantes no Pará

Grupo Engenho anuncia novas unidades em Belém e Marabá e aposta no crescimento da região com a chegada do evento internacional.

Com a COP 30 marcada para o próximo mês de novembro, o Pará se coloca no radar nacional e internacional, não só em questões referentes a sustentabilidade e meio ambiente, mas também como polo estratégico para investimentos em turismo e gastronomia. O evento, que deve reunir milhares de visitantes do mundo todo, se torna uma alavanca para impulsionar diversos setores como o de alimentação. E a gastronomia amazônica, que já tem reconhecimento nacional, ganha ainda mais protagonismo.

De olho nesse cenário, o Grupo Engenho, com mais de 15 anos de atuação no setor de restaurantes e presente em Belém desde 2015, anunciou a expansão de suas operações no estado com a inauguração de duas novas unidades: uma no Shopping Pátio Belém e outra em Marabá, no sudeste paraense. O movimento faz parte de um plano estratégico de consolidação da marca na Região Norte.

“O Pará tem uma vocação econômica forte em setores como mineração e agropecuária, mas a gastronomia e o turismo estão ganhando espaço como vetores de desenvolvimento, especialmente com a visibilidade que a COP 30 vai trazer. Belém já têm uma culinária potente. O que falta são bons operadores que consigam entregar não só o sabor, mas um ambiente adequado, seguro e uma boa experiência como um todo”, avalia Rogério Perfiz, diretor do Grupo Engenho.

Expansão e geração de empregos

A nova unidade do Engenho no Pátio Belém tem previsão de abertura para outubro deste ano, enquanto a operação em Marabá está programada para abril de 2026. Juntas, as duas unidades devem gerar cerca de 80 empregos diretos, todos com carteira assinada, além de estimular a economia local com empregos indiretos.

Para o Grupo Engenho, a realização da COP 30 é mais do que um evento pontual, é uma janela para a transformação da imagem do Pará e da Amazônia perante o mundo. A expectativa é que a exposição internacional crie fluxos contínuos de turismo e negócios nos próximos anos.

“A COP pode ser o ponto de transição para uma nova realidade. O visitante vai buscar segurança, cultura, gastronomia, história, acesso e produtos locais. Se ele tiver boas experiências, esse movimento não termina com o evento. Ele se projeta no futuro. E é nisso que acreditamos”, finaliza o empresário

Por: Lucas Muribeca
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guaranyjr

Guarany Jr - Prof. de Graduação e Pós de Marketing, Jornalismo e Propaganda, Jornalista, Comentarista, Consultor, Administrador, Palestrante - Belém - Pará - Brasil.

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