APJ comemora 31 anos com lançamento do livro “Amazônia Ambiental”
A Academia Paraense de Jornalismo (APJ) celebra em grande estilo seus 31 anos de fundação com o lançamento da obra “Amazônia Ambiental”, que reúne reflexões, poesias, artigos e crônicas sobre a pluralidade da região amazônica.
O evento de lançamento aconteceu ontem, dia 6 de novembro, às 17h, no Espaço Gramophone Café, localizado na Avenida Magalhães Barata, nº 836, bairro de São Brás, em Belém.
Criada em 1994 pelo jornalista Donato Cardoso, a APJ consolidou-se ao longo das últimas três décadas como um espaço de valorização do jornalismo, da memória e da reflexão crítica sobre os grandes temas amazônicos. Para marcar a data, os acadêmicos prepararam uma coletânea que reafirma o compromisso da instituição com a arte, a literatura e o pensamento sobre a Amazônia.
A obra e seus autores
O livro “Amazônia Ambiental”, publicado pelo selo Editora Aludel, reúne textos de 11 acadêmicos da APJ. Por meio de diferentes gêneros, poemas, artigos, crônicas e contos, os autores exploram as múltiplas dimensões da Amazônia, suas riquezas, desafios, contradições e simbolismos.
Assinam a coletânea os jornalistas Octávio Pessoa, Antônio Praxedes, Célio Simões, Denis Cavalcante, Graça Lobato, Linomar Bahia, Roberta Vilanova, Rodolfo Marques, Tânia Monteiro e Walbert Monteiro.
A fotografia da capa é de autoria do acadêmico Celso Lobo, cujo olhar artístico sintetiza em imagem a essência amazônica que permeia toda a obra.
Um tributo à Amazônia e ao jornalismo
Segundo o presidente da APJ e um dos organizadores da publicação, Octávio Pessôa, o livro representa uma contribuição simbólica da Academia em um momento especial, quando Belém se prepara para sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em 2025.
“O livro é uma forma de reafirmar o papel do jornalista como observador e intérprete da realidade amazônica. Queremos mostrar que, além da notícia, também produzimos reflexão, arte e literatura”, destacou Pessôa.
A jornalista Tânia Monteiro, vice-presidente da APJ e coorganizadora da obra, reforça que a coletânea celebra não apenas a Amazônia, mas também a trajetória da própria Academia. “Cada texto é uma forma de resistência e de amor à nossa terra, à cultura e à identidade amazônica”, afirmou.
Com o lançamento de “Amazônia Ambiental”, a Academia Paraense de Jornalismo reafirma sua presença ativa no cenário cultural e intelectual do Pará.
Fonte: Assessoria por Rodldofo Marques






