Cultura

Casa Rosada abre ao público durante o Projeto Circular, em Belém

No dia 2 de agosto, visita guiada gratuita conduzida pelo professor Michel Pinho, abordará temos como a história de Belém, a influência do arquiteto Antônio Landi e a importância do casarão como patrimônio cultural da Cidade Velha

No mês do patrimônio histórico, a Alubar, empresa líder na fabricação de cabos elétricos de alumínio da América Latina e maior produtora de vergalhões de alumínio do continente americano, inicia parceria como patrocinadora do Projeto Circular.

Em 2 de agosto, a Casa Rosada, imóvel histórico preservado pela empresa no bairro da Cidade Velha, em Belém, será reaberto para visitação da comunidade dentro da programação da 62ª edição do Projeto Circular Campina Cidade Velha.

Com o tema “Casa Rosada: patrimônio, história e cultura”, as atividades na Casa incluem uma visita guiada, acesso a parte da exposição de artes plásticas “Nossa Natureza é Transformar” e aula de história gratuita com o professor Michel Pinho, onde serão abordados temas como: a fundação de Belém, a presença e a influência do arquiteto italiano Antônio Landi na capital paraense, as características arquitetônicas do imóvel e as transformações ocorridas no uso do casarão ao longo do tempo.

“A aula na Casa Rosada terá três elementos inéditos. Primeiro, entender a formação de Antônio Landi, fundamental para a história da América. Segundo, falar do livro do próprio Antônio Landi, presente dentro da Casa Rosada. E, terceiro, entender como as pinturas da exposição, feitas posteriormente, mostram uma relação muito clara de diálogo entre a história brasileira e a história italiana”, explica o professor Michel Pinho.

A Casa Rosada está situada em uma das primeiras ruas da cidade e possui relevância histórica, arquitetônica e arqueológica. O imóvel, associado à obra de Landi e tombado nas esferas municipal e federal, teve o subsolo reconhecido como sítio arqueológico, com vestígios de ocupação indígena e colonial. Durante uma restauração realizada em 2008, foram coletados 1.395 materiais arqueológicos.

Normalmente, o imóvel funciona como escritório de apoio da empresa na capital paraense. Esta é a segunda vez que a casa é aberta ao público. A primeira foi em 2025, durante a COP30. “A abertura da Casa Rosada tem o objetivo de compartilhar o patrimônio histórico e despertar na população a consciência sobre sua preservação, além de ser um motivo de orgulho para a Alubar, que desde 2008 atua na preservação do prédio histórico”, afirma Mônica Alvarez, gerente de Comunicação da Alubar.

Em uma das salas do casarão, os visitantes poderão contemplar parte da exposição “Nossa Natureza é Transformar”, com obras dos artistas Geraldo Teixeira e Everaldo Farias, incluindo a instalação interativa Corda do Círio, produzida com cabos da Alubar.

A atividade é gratuita e terá quatro turmas com 40 participantes cada ao longo do dia. Cada sessão terá duração aproximada de uma hora. As inscrições foram realizadas pelo perfil do professor Michel Pinho e já estão esgotadas. “A iniciativa da Alubar evidencia o interesse do público pelo tema da preservação do patrimônio histórico de Belém. As inscrições registraram mais de 1,2 mil acessos em menos de duas horas, e as vagas foram preenchidas rapidamente”, avalia o professor.

 

Sobre a Alubar

O Grupo Alubar é uma indústria de transformação com natureza visionária, que fabrica cabos elétricos, vergalhões e ligas de alumínio. Há 27 anos no mercado, a empresa lidera a produção de cabos elétricos de alumínio na América Latina e é a maior produtora de vergalhões de alumínio do continente americano. Nascida na Amazônia, em Barcarena (PA), a Alubar tornou-se uma multinacional, com unidades em São Paulo, Rio Grande do Sul, Estados Unidos e Canadá. Seus processos, tecnologia e valores são levados a diferentes mercados, impulsionando o desenvolvimento das comunidades e economias locais. Onde quer que esteja presente, a Alubar promove transformação — porque transformar está em sua natureza.

Sobre o Circular

O Projeto Circular Campina Cidade Velha chega à 62ª edição, com o objetivo de convidar as pessoas a redescobrir o Centro Histórico de Belém por diferentes caminhos, valorizando seu patrimônio arquitetônico, artístico, cultural e humano. Em agosto, Mês do Patrimônio, a programação reúne mais de 30 espaços culturais, históricos, gastronômicos e criativos distribuídos pelos bairros da Campina, Cidade Velha e Reduto, com atividades gratuitas e pagas ao longo do dia, entre 8h e 20h, conforme o funcionamento de cada local.

Visitas guiadas, exposições, oficinas, roteiros históricos, atividades para crianças, feiras criativas, apresentações musicais e experiências gastronômicas fazem parte da programação.

A 62ª edição do Circular Campina Cidade Velha é realizada com patrocínio do Banco da Amazônia, por meio da Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal; e Alubar. E conta ainda com apoio institucional da Universidade Federal do Pará, por meio do Fórum Landi e do Complexo dos Mercedários.

 

Fonte: Temple Comunicação

Por: Melina Marcelino

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guaranyjr

Guarany Jr - Prof. de Graduação e Pós de Marketing, Jornalismo e Propaganda, Jornalista, Comentarista, Consultor, Administrador, Palestrante - Belém - Pará - Brasil.

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