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Nova fase da estética aposta em ciência e naturalidade: especialista paraense explica o que muda nos tratamentos faciais

Com mais de 15 anos de experiência na área da saúde, a farmacêutica e doutora em Química, Mariana Müller destaca a importância da avaliação individualizada e do conhecimento científico para orientar as escolhas dos pacientes

A busca por resultados naturais, o avanço das tecnologias e a preocupação com a segurança estão ampliando as possibilidades de cuidado na estética facial. Mais do que escolher um tratamento que está em alta nas redes sociais, pacientes buscam alternativas que respeitem suas características e valorizem a própria aparência, sem transformações excessivas.

Para a farmacêutica e doutora em Química, Mariana Müller, que atua com estética facial em Belém, os avanços tecnológicos ampliam as possibilidades de tratamento, mas não substituem o conhecimento científico nem a avaliação individualizada.

“A tecnologia trouxe recursos importantes para a estética, mas nenhum equipamento ou produto deve ser escolhido apenas porque está em evidência. Antes de indicar um tratamento, precisamos compreender as características da pele, a estrutura facial, o processo de envelhecimento e as necessidades daquela pessoa. É essa avaliação que orienta uma conduta individualizada”, explica Mariana.

*Naturalidade não significa ausência de procedimentos*

Uma das mudanças na forma de abordar o rejuvenescimento facial é a valorização de resultados que preservem as características individuais. Para Mariana, cuidar dos sinais do envelhecimento não deve significar transformar completamente a aparência. “Existe uma diferença entre cuidar dos sinais do envelhecimento e tentar reproduzir o rosto de outra pessoa. Cada paciente tem uma anatomia, uma história e expectativas próprias. O planejamento precisa respeitar essas características. A naturalidade não depende de fazer ou deixar de fazer determinado procedimento, mas de avaliar o que realmente faz sentido para cada caso”, destaca.

A especialista explica que o envelhecimento facial envolve mudanças que vão além da superfície da pele, incluindo alterações no volume e em outras estruturas do rosto. Por isso, tratamentos padronizados nem sempre atendem às diferentes necessidades dos pacientes.

“Duas pessoas da mesma idade podem apresentar características faciais e necessidades completamente diferentes. É por isso que não existe um protocolo único que deva ser aplicado a todos. O resultado precisa ser planejado a partir de uma avaliação criteriosa, e não de uma tendência estética”, afirma.

Fonte: Norimar Muller Comunicação e Marketing

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guaranyjr

Guarany Jr - Prof. de Graduação e Pós de Marketing, Jornalismo e Propaganda, Jornalista, Comentarista, Consultor, Administrador, Palestrante - Belém - Pará - Brasil.

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