Cop30Cultura

Fundação Amazônica de Música e Instituto Cultural da Dinamarca apresentam: BIOFONIA – Estreia Mundial durante a COP30 em Belém, Brasil

BIOFONIA é um retrato musical da floresta tropical para orquestra e marimba, criado pelo compositor dinamarquês Mathias Madsen Munch. A Orquestra Jovem Vale Música, sob a batuta do maestro Renan Cardoso, receberá o solista de percussão erudita internacionalmente aclamado Ronni Kot Wenzell (Dinamarca) para a apresentação dessa obra inédita na Sala Augusto Meira Filho-Arte Doce Hall, dia 11 de novembro de 2025, às 16h.

O público é convidado a embarcar em uma jornada artística de um dinamarquês pela floresta tropical latino- americana — apresentada como um refúgio sonoro e, ao mesmo tempo, um centro onde natureza, culturas e visões de mundo colidem e se entrelaçam. O primeiro movimento, “Atlântica” (10 min.), é inspirado na Mata Atlântica e em seus povos e culturas originárias, com participação no processo criativo do grupo Coral Guaray Oua, do povo Guaraní. O segundo movimento, “Amazônica” (10 min.), mergulha na Floresta Amazônica, com contribuições artísticas de integrantes do povo Kukama-Kukamiria, do Peru. Esses artistas indígenas integraram o projeto durante a residência de Mathias no Brasil e no Peru (2024–2025), como parte de um processo intercultural facilitado pelo Instituto Cultural da Dinamarca. O projeto conta com o apoio do Fundo das Artes da Dinamarca, do Fundo para Informação e Engajamento do Ministério das Relações do Exterior da Dinamarca (OpEn), e do Instituto Cultural da Dinamarca.

Em Belém será realizada a primeira apresentação da obra, com o apoio da Fundação Amazônica de Música e do Projeto Vale Música, que conta com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Mathias Madsen Munch é um compositor especializado na criação e execução de formatos musicais e multimodais interativos, especialmente voltados para crianças e jovens. Ele colabora com orquestras sinfônicas, produtores audiovisuais e uma ampla rede de instituições culturais, desenvolvendo performances participativas, espetáculos imersivos e instalações audiovisuais.

“Com BIOFONIA, queremos abrir os olhos e os ouvidos do público para a floresta tropical, usando a música como ponto de partida artístico para um diálogo — tanto pessoal quanto público — sobre o futuro que desejamos para o nosso mundo.” – Mathias Madsen Munch

BIOFONIA foi criada especialmente para Ronni Kot Wenzell, solista de percussão erudita dinamarquês com grande carreira internacional, radicado no Rio de Janeiro. Wenzell se apresentou em turnês e na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia e na América do Sul, e ministrou masterclasses nos conservatórios mais prestigiados do mundo, inclusive o Royal College of Music (Londres), a Juilliard School of Music (Nova Iorque), e a EMESP, em São Paulo.

Tanto o maestro Renan Cardoso quanto os músicos da Orquestra Jovem Vale Música são jovens talentos, alunos oriundos de escolas públicas locais, que encontram na música, além das experiências artísticas transformadoras, um caminho para um futuro melhor. Este concerto para e com jovens promove o papel crucial da juventude no debate climático e a importância do acesso à arte e à cultura em todos os contextos sociais.

BIOFONIA é uma obra de encontros: Entre a nova música erudita dinamarquesa com vozes indígenas brasileiras, entre talentos jovens paraenses e um solista internacional, ainda mais, são encontros entre gerações, geografias e expressões, entre o Norte e o Sul globais, e entre a música e o meio ambiente.

“Com BIOFONIA, buscamos abordar as conversas difíceis sobre desenvolvimento sustentável global – tema central da COP30 – por meio da arte e da cultura” – Anders Hentze, Diretor, Instituto Cultural Dinamarca, Brasil.

Data e Local: Terça-feira, dia 11 de novembro, às 16h, na Sala Augusto Meira Filho-Arte Doce Hall – Av. Magalhães Barata, 1022, Belém.

Entrada Franca. Não há retirada de ingressos.

Serviço:

 Data: 11.11. às 16h

Local: Sala Augusto Meira Filho-Arte Doce Hall – Av. Magalhães Barata, 1022, Belém – PA, Brasil

Contato: Ediel Sousa – Telefone: +55 (91) 99806-4860 – Email: [email protected]

https://biofonia.org/ | https://www.instagram.com/biofonia.selvaviva/ https://www.instagram.com/fam.belem/ | danishculture.org.br/en/theme/biofonia/

Ronni Kot Wenzell (1980) é um percussionista dinamarquês internacionalmente reconhecido. Apresenta-se como solista com orquestras sinfônicas em todo o mundo e é conhecido por suas performances virtuosas e cheias de energia. Entre suas muitas apresentações destacam-se 28 turnês na China, os Jogos Olímpicos de Pequim (2008) e do Rio de Janeiro (2016), além da cerimônia de abertura da Fórmula 1 em Xangai. Em 2024, realizou uma turnê de 14 concertos com a Orquestra Filarmônica da Dinamarca. Como solista e músico de conjunto, Wenzell colaborou com orquestras na Dinamarca, Brasil, Alemanha e Hong Kong, e integrou o grupo chinês de percussão Li Biao Percussion Group. Gravou para os selos Sony Music e EMI Classics, e suas apresentações foram transmitidas por canais de televisão como CCTV Music (China), MTV, Globo, DR e TV2.

Como educador, ministrou masterclasses em algumas das instituições mais prestigiadas do mundo. Atuou por sete anos como professor no Real Conservatório Dinamarquês de Música e foi professor convidado do Conservatório Brasileiro de Música, no Rio de Janeiro, entre 2015 e 2017. Além de seu trabalho como percussionista, Wenzell é também um pianista reconhecido. Foi pianista solista do Ballet Real Dinamarquês, e seu álbum solo de piano, lançado em 2024, já ultrapassou 3 milhões de streams.

Mathias Munch Madsen (1986) é um compositor, artista e empreendedor cultural dinamarquês premiado. É mestre em Composição para Cinema pelo Conservatório de Música do Sul da Dinamarca, além de possuir bacharelado em Musicologia pela Universidade de Copenhague e mestrado em Psicologia Educacional pela Universidade de Aarhus. Mathias é especializado em formatos musicais interativos e multimodais, tanto para experiências artísticas em espaços fechados quanto ao ar livre. Seu trabalho abrange performances participativas com grupos de câmara e orquestras sinfônicas, apresentações imersivas ao ar livre, instalações audiovisuais e trilhas sonoras para projetos interdisciplinares que unem universos digitais e físicos.

Como compositor e performer, colabora com salas de concerto, orquestras sinfônicas, produtores audiovisuais e instituições do setor artístico e cultural. Participa frequentemente como músico e mediador em suas próprias produções — entre elas, a obra aclamada “O Labirinto Infinito”, apresentada com a Orquestra Sinfônica de Aarhus (2023), a Orquestra Sinfônica de Aalborg (2024), a City Chamber Orchestra of Hong Kong (2025) e em breve com a Orquestra Sinfônica do Sul da Dinamarca (2026). Em 2024, a Orquestra Sinfônica de Aalborg estreou sua produção transdisciplinar “Mogens Coberto de Musgo”, criada em colaboração com a Ouros Animation.

Renan Cardoso (1995) é um maestro e violinista brasileiro natural de Belém, no Pará. Iniciou sua trajetória musical aos oito anos de idade como integrante da primeira turma do projeto Vale Música Belém. Regeu seu primeiro concerto orquestral aos 16 anos e tornou-se maestro profissional em 2018. Atualmente, é maestro titular da Orquestra Jovem Vale Música e professor de violino no Instituto Estadual Carlos Gomes, em Belém. Também é integrante da Academia de Regência da OSESP, em São Paulo — o principal programa de formação de maestros do país, vinculado a uma das orquestras mais prestigiadas do Brasil. Cardoso já se apresentou tanto no Brasil quanto no exterior e é reconhecido por sua capacidade de combinar música clássica e popular. Entre seus trabalhos, destaca-se a turnê com versões orquestradas das canções do ícone brasileiro Cazuza, além de colaborações com solistas internacionais, como o pianista Vitaly Pisarenko. Sua trajetória é um exemplo inspirador de como a educação musical pode transformar vidas e abrir novas oportunidades para os jovens no Brasil.

Orquestra Jovem Vale Música, criada em janeiro de 2010, é resultado do projeto social “Vale Música”, uma parceria da Fundação Amazônica de Música com o Instituto Cultural Vale. O projeto iniciou em 2004 com o objetivo de formar crianças e jovens sem conhecimento prévio de música, em músicos de instrumentos de sopros, cordas e percussão, para, ao final, compor uma orquestra sinfônica. Os jovens, provenientes da rede pública de ensino da grande Belém do Pará, alcançaram resultados tão rápidos que, em 2010, a orquestra sinfônica VALE MÚSICA foi formalmente criada.

A OJVM-Belém já se apresentou em Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus, Recife, São Luís, e Fortaleza, sempre nas salas de concerto mais importantes dessas cidades, contando em seu currículo com parcerias de grandes solistas internacionais, assim como renomados regentes convidados.

A orquestra reúne jovens de 13 a 29 anos de idade que, graças à música e ao projeto, tem a possibilidade de um futuro mais promissor. Vários músicos oriundos do projeto já se profissionalizaram e compõem o quadro da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, além de outros conjuntos musicais, tanto no Brasil, quanto no exterior.

Em 2024, em comemoração aos 20 anos do Vale Música em Belém, a OJVM realizou uma turnê nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com grande sucesso entre o público.

Atualmente seu regente titular é Renan Cardoso.

Fonte: Relacionamento com a Imprensa/Vale

COMPARTILHAR
Mostrar Mais

guaranyjr

Guarany Jr - Prof. de Graduação e Pós de Marketing, Jornalismo e Propaganda, Jornalista, Comentarista, Consultor, Administrador, Palestrante - Belém - Pará - Brasil.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo