Marinha comemora os 215 anos do Corpo de Fuzileiros Navais com exposição em Belém (PA)
Neste sábado (11), a Marinha do Brasil promoverá, no shopping Bosque Grão-Pará, em Belém (PA), uma programação especial em homenagem ao Corpo de Fuzileiros Navais, que celebrou os 215 anos de criação no dia 7 de março.
A programação contará com exposição de materiais e equipamentos, a partir das 10h. Às 19h, a Banda de Música do 2° Batalhão de Operações Ribeirinhas fará uma apresentação ao público, com repertório popular diversificado, incluindo desde canções militares, como Cisne Branco e Soldados da Liberdade, até clássicos da música popular brasileira e sucessos internacionais.
Tropa anfíbia
O CFN é uma tropa profissional e voluntária, que confere ao Brasil a capacidade de projeção de poder sobre terra e amplia sua capacidade de controlar áreas marítimas e de negar o uso do mar.
Essa Força Naval estratégica, de caráter anfíbio e expedicionário, é preparada para atuar em qualquer região que configure um cenário estratégico de interesse. O CFN é essencial para a defesa das instalações navais e portuárias, bem como dos arquipélagos e ilhas oceânicas nas águas jurisdicionais brasileiras, e para assegurar o controle das margens das vias fluviais durante as operações ribeirinhas.
O Corpo de Fuzileiros Navais se faz presente no Pará por meio do 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas, localizado no no bairro da Marambaia, em Belém.
Fuzileiros Navais
O Corpo de Fuzileiros Navais teve origem com a Brigada Real da Marinha, Organização Militar portuguesa que chegou ao Brasil junto com a Família Real, em 1808, quando a Corte Portuguesa emigrou para o Brasil devido ao conflito com Napoleão Bonaparte.
O batismo de fogo dos Fuzileiros Navais ocorreu na expedição à Guiana Francesa (1808/1809). Diante da invasão do território continental português por tropas francesas, D. João assinou, a 1º de maio de 1808, manifesto declarando guerra à França.
Como a guerra não poderia ser levada a cabo no território europeu, e sendo importante a ocupação de território inimigo em qualquer guerra, o objetivo ideal se tornou a colônia francesa.
A 1º de dezembro de 1808, uma esquadrilha composta de 13 navios, com 700 homens, ocuparam Caiena, que se rendeu a 12 de janeiro de 1809.
Serviço:
Exposição de materiais e equipamentos do 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas, sábado (11), a partir das 10h, no Shopping Bosque Grão Pará. Às 19h, apresentação da Banda de Música do 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social/Comando do 4º Distrito Naval – Marinha do Brasil






