EDP realiza atividades do programa Escola da Energia em 10 estados
Neste ano, iniciativa envolve mais de 10 mil estudantes e 900 professores de 44 escolas públicas por meio de formações, inclusão digital, distribuição de kits multimídia e tablets, e concurso cultural; Pará é um dos estados beneficiados

A EDP, empresa que atua em todas as áreas do setor elétrico brasileiro, está realizando o Escola da Energia, programa que visa promover a aprendizagem e engajar o ambiente estudantil em temas de energia relevantes para a sociedade e para o meio ambiente. Neste ano, as instituições participantes estão sendo desafiadas a desenvolver conteúdos criativos com foco no tema Ciclo da Energia.
As ações do programa começaram em março e acontecem ao longo de todo o ano, envolvendo atividades voltadas à formação de professores, inclusão digital, distribuição de kits multimídia e tablets, concurso cultural, entre outras. Em junho, por exemplo, aconteceram as exposições das maquetes feitas pelos alunos para o Prêmio Escola da Energia.
Os trabalhos foram elaborados em sala de aula, com orientação dos professores, sobre a temática Caminhos da Energia, Caminhos do Futuro: Geração, Transmissão, Distribuição e Consumo, com o objetivo de estimular a reflexão sobre a energia e seu impacto no cotidiano, fomentar a criatividade e a reutilização de materiais recicláveis na produção artística, reforçando a conscientização ambiental. O prêmio tem três categorias – Estudantes, Professores e Escolas – com diversas premiações, entre kits do projeto e viagens, incluindo até R$ 50.000,00 em melhorias para as escolas vencedoras.
Em 2025, estão sendo beneficiados mais de 10 mil estudantes e 900 professores de 44 escolas públicas em dez estados brasileiros: Amapá, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins. Realizado há 23 anos, o programa era conhecido com EDP nas Escolas até 2024. Neste ano, passou a se chamar Escola da Energia e tem como objetivo aprimorar habilidades digitais e inovativas de professores e desenvolver o pensamento crítico nos alunos, por meio de capacitação para uso de tecnologia, oferta de conteúdo digital e metodologias ativas de ensino.
“Acreditamos no papel transformador da educação para a sociedade e, por isso, estamos há mais de 20 anos promovendo e aprimorando este programa, que visa contribuir para a melhoria da qualidade da vida estudantil de alunos de 1º ao 9º ano e dos indicadores da educação pública nas comunidades onde atuamos”, afirma Dominic Schmal, diretor de ESG da EDP na América do Sul.
O Escola da Energia está alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e à agenda 2030 da ONU, que estabelece 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a serem atingidos nos próximos anos. Com esta iniciativa, a EDP colabora para as metas dos ODS 1 (erradicação da pobreza), 4 (educação de qualidade), 10 (redução das desigualdades) e 11 (cidades e comunidades sustentáveis).
Sobre a EDP na América do Sul
O grupo EDP está presente em quatro regiões: América do Norte, Ásia-Pacífico, Europa e América do Sul. Na América do Sul, atua nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia, bem como no desenvolvimento, construção e manutenção de ativos eólicos e solares, com ativos no valor de R$ 41 bilhões, o que a torna a segunda maior operação do grupo. A empresa tem mais de 12.000 funcionários diretos e terceirizados. No Brasil, a EDP também oferece soluções energéticas voltadas para o mercado B2B, como geração solar distribuída e venda de energia no mercado livre. Seu negócio de Distribuição atende a cerca de 3,8 milhões de clientes no estado de São Paulo e no estado do Espírito Santo. Referência em ESG, a EDP é reconhecida como uma das empresas de energia elétrica mais sustentáveis do mundo pelo índice Dow Jones, além de ter sido incluída no Índice de Igualdade de Gênero da Bloomberg. Nos mercados da Europa e da América do Sul, a EDP ganhou o prêmio Top Employer 2025, além de ter sido eleita a empresa mais inovadora do setor elétrico brasileiro pelo Valor Econômico por quatro anos consecutivos.
Fonte: EDP/Mass Media
Por: Roberta Nacagami






