Fonseca Brasil Serrão desembarca no Itaim e sobe de patamar em São Paulo
A Jerônimo da Veiga tem menos de um quilômetro e concentra parte do dinheiro que decide o rumo das empresas brasileiras. É ali, no coração do Itaim Bibi, que o Fonseca Brasil Serrão Advogados inaugura sua nova operação paulistana. Não é uma filial de vitrine. É estrutura maior, equipe maior e ambição declarada: disputar de igual para igual as mesas onde se fecham as grandes operações do país.
A banca nasceu em Belém e chegou a mais de 120 advogados sem abrir mão da origem. O movimento agora é de escala. São Paulo deixa de ser ponto de apoio e passa a ser praça de operação, com atuação full service em M&A e reorganizações societárias, governança corporativa, planejamento patrimonial e sucessório, contratos complexos, mercado de capitais, tributário, trabalhista e resolução de disputas e arbitragem.
A combinação não é acessória. Quem estrutura a operação também defende a tese quando ela é questionada — no contencioso, na câmara arbitral, na autuação fiscal ou na reclamatória que aparece três anos depois do closing. É esse ciclo fechado que a banca leva para o Itaim.
À frente da nova fase estão os sócios Gustavo Fonseca, Eduardo Brasil, André Serrão, Jean Simei, Adelvan Oliveiro e Brahim Bitar. Perfis distintos, mesma lógica de trabalho: entrar cedo na operação, entender o negócio antes do contrato e sair com o cliente protegido do outro lado da mesa.
O recado para o mercado paraense é direto. Empresário do Norte que fecha negócio em São Paulo não precisa mais escolher entre ser bem atendido perto de casa ou ser levado a sério na Faria Lima. A banca que assina o contrato em Belém agora senta na mesa do Itaim.
E a via é de mão dupla. Quem tem negócio em São Paulo e precisa operar no Pará também encontra do outro lado a mesma banca — com o time que conhece o terreno, as particularidades regionais e os atores locais, sem depender de correspondente. Estruturar no Sudeste e executar no Norte deixou de ser dois escritórios e passou a ser um só.
O recado para São Paulo, portanto, é igualmente direto: a concorrência aumentou, e ela veio de fora do eixo — trazendo junto um mercado inteiro que o eixo ainda não sabe atender.
Fonte: Ascom Fonseca Brasil Serrão






