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Transparência: ITPROTECT conquista certificação CertiGov

A ITPROTECT, empresa especializada em cibersegurança, acaba de conquistar a certificação de transparência CertiGov, na categoria bronze. O selo atesta as ações de integridade da empresa em seus processos, política e cultura ética. Com o certificado, a ITPROTECT fomenta a segurança de sua cadeia de atuação para vendas ao governo e se antecipa à demanda crescente por práticas de compliance aos fornecedores dos setores público e privado.

As empresas que conquistam o CertiGov demonstram seu posicionamento contra a corrupção e contra o suborno, demonstrando que têm os conceitos disseminados em sua organização e em seus colaboradores, e implantam boas práticas para reduzir os riscos de envolvimento em ações ilícitas.

“Somos parceiros de fabricantes nacionais e internacionais de tecnologia. Por isso possuímos uma política ética e compliance publicada e comunicada internamente com definição das consequências por seu não cumprimento. Além disso, a existência de uma equipe específica de uma área para receber e tratar eventuais denúncias com confidencialidade”, explica o CEO da ITPROTECT  Théo Costa.

O processo de certificação da ITPROTECT incluiu uma investigação minuciosa dos sócios, executivos e documentos, avaliação detalhada dos processos e riscos, aderência a rigorosos padrões de integridade, entrevistas e treinamentos. “Manter esta política atualizada para evoluir com as boas práticas em todos os nossos processos reforça nosso compromisso com transparência nas negociações, reduzindo os riscos de envolvimento em ações suspeitas ou ilícitas”, finaliza o CEO.

“O CertiGov é um selo importante não só para a empresa, mas também para todos os seus fornecedores, parceiros, clientes, inclusive o próprio governo e outros que fazem parte de seus relacionamentos no negócio. Ele traz mais segurança e reduz riscos nas transações”, afirma Carolina Utida, diretora da CertiGov.

A ITPROTECT cumpriu as exigências do CertiGov, que se baseiam em requisitos de combate à corrupção, como a lei anticorrupção brasileira (Lei 12.846/2013), a norma ISO 37.001:2016, a Foreign Corruption Pratics Acts (FCPA, a lei estadunidense anticorrupção no exterior), o Bribery Act (a versão do Reino Unido) e a Convenção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Fonte: CA Comunicação

Por Letícia Villacorta

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Guarany Jr - Prof. de Graduação e Pós de Marketing, Jornalismo e Propaganda, Jornalista, Comentarista, Consultor, Administrador, Palestrante - Belém - Pará - Brasil.

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